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G-Slate, um tablet que vai dar o que falar


O G-Slate, da LG, será lançado na rede T-Mobile nos próximos meses, ainda sem definição de data. Ele irá rodar o Android 3.0 Honeycomb, o mesmo do Xoom para a Verizon Wireless, da Motorola. Além disso, nós não sabemos muito mais sobre o G Slate, o que soa mais como vaporware do que hardware.

Em comunicado à imprensa, Cole Brodman, diretor de marketing da T-Mobile dos Estados Unidos, disse que “a T-Mobile está orgulhosa por adicionar um novo marco na evolução da plataforma Android com nosso primeiro tablet 4G equipado pelo Android 3.0. O T-Mobile G-Slate, com o Google nós vamos construir nossa rica história de inovação, liderança e entrega do Android com profunda integração com os serviços do Google.”

A LG não disse absolutamente nada sobre o hardware a não ser indicar que ele vai ser um dispositivo 4G (nesse caso 4G significa que ele vai rodar na HSPA do T-Mobile + rede). T-Mobile não anunciou o tamanho da tela, se tem câmera, qual tipo de processador possui, qual vai ser o custo, ou quanto pesa.
“A LG continua se empenhando em manter seu papel como líder em inovação e está excitada em anunciar sua entrada no mercado de tablets com o G-Slate.” Disse Jeff Hwang, presidente da LG Mobile Phones em discurso preparado. “Racionalizar as tarefas do dia-a-dia e aumentar o entretenimento com uma esplendia velocidade 4G, O T-Mobile G-Slate da LG irá fornecer o que há de mais inovador da tecnologia Android e presentear os usuários com que há de mais avançado na experiência com um tablet.”

Acompanhe aqui no Universo Touch todas as informações sobre este super lançamento.

Universo Touch entrevista: Guy Kawasaki


Essa seção é nova neste blog. Traremos um usuário de smartphones que mostre sua experiência com esses aparelhos em uma entrevista pingue-pongue, além de suas opiniões sobre quais tendências vão ditar a tecnologia mobile. Trazendo esse material, um aspecto mais humano ficará mais claro nesse universo dominado pelo touch.


Ex-evangelista da Apple, atual co-fundador do site Alltop (mais aqui) e autor de vários livros, como The Macintosh Way, Guy Kawasaki é um nome fortíssimo no mundo da tecnologia. Ele tornou a marca criada por Steve Jobs em um símbolo de inovação com a criação do microcomputador Macintosh, em 1984, que popularizou o mouse e um aparelho muito similar aos PCs. Hoje, sendo ainda amante da Apple e de seus produtos, como o iPad e o iPhone, conversamos com ele sobre suas opiniões sobre a tecnologia touch e tendências para o futuro tecnológico.

A revolução do Macintosh e a do iPad são equivalentes?

O iPad pode ter mais impacto do que o Macintosh porque ele pode trazer computação e acesso online para mais pessoas. Justo eu que pensei que o Macintosh tinha sido legal!

O iPad pode ser uma plataforma de jogos?

Essa grande plataforma é flexível. Ela pode ser qualquer coisa, dependendo do que as pessoas fizerem com ela. O iPad atualmente é ótimo para games e consumo de conteúdo, mas não para criação de conteúdo. No entanto, há mais pessoas que querem consumir do que criar coisas nele.

Você acredita que o touchscreen é o futuro da Apple em relação ao resto do mercado?

Não importa o que eu acredito e sim o que as pessoas fora da indústria e da bolha do Vale do Silício acreditam.

Você acha que hoje as pessoas são tão fascinadas pela tecnologia comparado à época do seu trabalho na Apple, na equipe de Macintosh?

Eu não acho que as pessoas são mais ou menos fascinados pela tecnologia de hoje. É justo como a tecnologia está muito melhor hoje e não há como ser mais fascinado do que dessa maneira. Além disso, os preços estão muito mais baixos, para que mais pessoas tenham acesso à tecnologia.

O iPhone é transformar o telefone ou o uso da internet?

O iPhone está transformando ambos. Apple está fazendo isso de novo!

A foto no topo da matéria é da palestra de Guy ocorrida no Life´s Good Lab, no dia 11 de agosto deste ano. O Universo Touch cobriu esse evento. Você pode conferir detalhes aqui.

LG Optimus Chic e One: Dois smartphones com Android 2.2


E o Froyo, o Android 2.2, está invadindo o mercado, em peso contra o iPhone 4. Celulares da série Optimus, modelos Chic (da esquerda) e One (da direita), possuem touchscreen capacitiva HVGA de 320 por 480 pixels. A previsão de lançamento dos aparelhos é para novembro desse ano e colocam a LG na disputa com os bons smartphones do mercado de 2010.


As diferenças mais claras estão nos botões na frente de cada aparelho. Chic possui botões touch até embaixo da tela, além de uma câmera de 5 megapixels. One possui botões físicos abaixo do display, e uma câmera de 3 megapixels. Ambos possuem wi-fi 802.11b/g, Bluetooth e A-GPS.


As fotos ajudam a dar uma ideia mais detalhada dos gadgets.

Fonte: TechCrunch

LG traz o ex-evangelista da Apple e dono da Alltop para falar de inovação


Com abertura feita pela LG, hoje foi apresentada a plataforma interativa no Facebook da empresa, Life´s Good Lab, às 10h, no hotel Tivoli, em São Paulo. A intenção desse novo canal é ouvir os clientes da LG, lançar promoções, quiz e integrar vídeos de usuários na publicidade futura da empresa. Mas isso era apenas o início do evento, com uma palestra internacional que mostrou experiência com tecnologia, internet e todos os recursos modernos de comunicação.

Evangelista da Apple a partir de 1984, quando trabalhou com a equipe Macintosh para levá-la ao sucesso e esmagar os rivais Apple II, dentro da própria empresa, Guy Kawasaki é um veterano de negócios, marketing e até mesmo de histórias em livros bem-sucedidos no ramo tecnológico. Hoje ele lidera o site Alltop, agregador de RSS para blogs e mídias sociais. Segundo ele, era bastante competitivo trabalhar com Steve Jobs, mas eles criaram conceitos realmente revolucionários na empresa. Com o título de A Arte da Inovação, a palestra de Kawasaki foi repleta de gargalhadas dos presentes, enquanto ele entrava em assuntos realmente importantes para corporações e produtoras de tecnologia.

"Vocês podem achar tudo o que falo uma porcaria. Mas, pelo menos, adianto para vocês: Abordarei 10 tópicos. Assim, quem gostar da palestra, saberá que são 10 tópicos. Quem não gostar, saberá também que são 10 tópicos. Se eu falar porcaria, pelo menos vocês sabem o tempo" começou ele, adiantando seu público. Os pontos abordados por Kawasaki se focaram em negócios que se expandem para a tecnologia. Você pode conferir cada um deles logo abaixo, com um que ele adicionou no final:

1 - Make meaning: Para Kawasaki é, literalmente, criar significado para uma marca, uma empresa e um serviço. Ele citou um exemplo hipotético com a Nike, no caso de um investidor que planeja injetar dinheiro nesse empreendimento. "Falar da fabricação não traz o significado de sua marca" enfatizou o palestrante. É necessário, para Kawasaki, abordar a ideia por trás da empresa.

2 - Make mantra: Essa definição foi bastante curiosa durante a palestra. Ao contrário de outros tipos de evangelizadores de marca e comunicadores, Guy Kawasaki não acha eficaz o lema de inovação para todas as empresas. Ele acredita mais em mantra, ou seja, um lema simples que deve ser repetido pela companhia para melhor definí-la. "Eu adoro comer no Wendy´s. Meus filhos também gostam. Eles não possuem nenhuma mensagem ligada a renovação tecnológica. No entanto, seu mantra é "Healthy Fast Food", o que é curto e fácil de ser apreendido pela marca".

3 - Go to the next curve: Para Kawasaki, a empresa deve estar antenada com as renovações dentro de seu próprio setor. Citou o exemplo de empresas que extraíam gelo da natureza, que não se pareciam nada com fábricas de cubos de gelo. Por sua vez, esses dois tipos de negócio foram esmagados pelas produtoras de refrigeradores. Para Kawasaki, os negócios hoje devem estar bem sintonizados com seu setor. "Nem sempre a fábrica de cubos produz geladeiras" frisou o palestrante.

4 - Roll the dice: Literalmente, "gire os dados" da sorte. Mas mesmo dentro dos diversos fatos que podem acontecer com uma empresa, levando-a ao sucesso ou ao fracasso, Kawasaki ditou algumas características que facilitam a boa fortuna. A companhia deve ter um negócio aprofundado, ou seja, deve fazer bem o produto, de maneira completa. A segunda característica de uma boa sorte é ter inteligência, para atrair sempre novas oportunidades, que devem ser complementadas umas nas outras. Por fim, e por influência de seu trabalho na Apple, pelo que parecem, o empreendimento deve ser elegante, para Kawasaki. "Coisas boas são finas" explicou ele, mostrando a foto do televisor que tem em casa, que é enorme e não lembra um gadget moderno. Nesse ponto da elegância, Guy Kawasaki citou o iPad como um exemplo de bom produto.

5 - Don´t worry, be crappy: Kawasaki foi bem franco nessa etapa da palestra. Não há mal nenhum em não acertar no primeiro produto, segundo ele, mas isso deve ser corrigido a medida que se lança novas versões. "O primeiro Macintosh não tinha tantas cores ou programas. Era uma porcaria, mas uma porcaria revolucionária".

Palestra de Kawasaki ocorreu com descontração, no palco do Life´s Good LAB

O tema abordado por Guy Kawasaki foi "A Arte da Inovação"
Sobre tecnologia, produtos e empreendedorismo


6 - Let 100 flowers blossom: Os consumidores devem poder opinar e serem ouvidos pelas empresas. Isso cria oportunidades.

7 - Polarize people: Um produto não agrada todo o público. Você deve aprender a lidar com quem adora e quem não for gostar. "Pessoas gostam e odeiam o Macintosh. Companhias que tentam fazer o produto perfeito caem na mediocridade. Não devemos ignorar pessoas, mas diferenciá-las, polarizá-las.

8 - Churn, baby, churn: O que você ouve de clientes deve se reverter em novos produtos.

9 - Unique X Value: Esse foi o ápice da fala de Kawasaki. Para ele, as invenções sempre obedecem uma função de valor único e valor financeiro. Produtos que obedecem apenas o financeiro tendem a conseguir capitalizar rápido, mas são iguais ao que se faz em outras empresas e não conquista nicho próprio. Na outra extremidade, produtos completamente únicos não conseguem audiência e parecem idiotas para o consumidor, que, para Guy Kawasaki, são como o palhaço Bozo. Por fim, produtos sem valor financeiro ou único são como ossos de cachorro. Kawasaki arrancou risos entusiasmados com esses exemplos.

10 - Follow rule: Para encerrar a palestra, Kawasaki falou sobre palestras. "Todas devem ter 10 slides, devem durar 20 minutos e ter fontes de tamanho 30. Qualquer coisa diferente disso se torna cansativa e não atrai atenção. Um homem de 65 anos pode conseguir ler slides com fonte 10, mas os novatos não. E é isso que importa" finalizou, de maneira clara, Guy Kawasaki.

11 - Don´t let the Bozos grind you down: Nessa etapa extra da apresentação, Kawasaki discutiu besteiras que consumidores e outros produtores podem te falar sobre seu empreendimento, como a rejeição da IBM aos computadores pessoais que viraram tendência anos depois. Ele mesmo confessou que recusou um convite para participar do Yahoo em seu começo, em 1994. "Era muito longe da minha casa. Fui um Bozo nesse caso". Ele não imaginava que páginas de internet e serviços de e-mail iriam crescer na internet, assim como serviços de fotografia como o Flickr. Mas Kawasaki diz ter aprendido a lição.

No final da palestra, a blogueira Rosana Hermann fez perguntas, além de outros presentes no evento. Estava presente também o blogueiro e empresário de tecnologia Nick Ellis. Guy Kawasaki falou abertamente que o Twitter tem facilitado todas as suas comunicações atualmente, incluindo contatos com brasileiros.

EDIT: Infelizmente não conseguimos twittar ao vivo do evento por problemas de conexão wi-fi, mas isso não comprometeu a apuração da palestra.

Pra lembrar: LG Touchscreen Cell Phone Watch

Essa é uma novidadade pouquinho velha, mas quem gosta de touch e touchscreen, é no mínimo interessante.

No Consumer Electronics Show (CES) de janeiro de 2009, em Las Vegas, mostrou um modelo de relógio de pulso, no mínimo, inusitado. O LG GD910 Touchscreen Cell Phone Watch, tem um teclado touch que preenche a tela, fazendo ligações, menus leves e um design moderno e bem acabado. É uma aplicação bem feita do touch em um objeto que não é visto normalmente como "habitat natural" dos smartphones.

Vídeo abaixo foi feito durante o CES 2009 para mostrar as diversas propriedades do gadget - de relógio analógico e digital até player. Confira:




E ai, o que você acha de um relógio assim? Não teria problema ficar com uma tela touchscreen exposta no pulso? Seria prático para conectar na internet? E o peso de um relógio normal, atrairia quem se incomoda com o peso e o tamanho de um smartphone?