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Acompanhe o mercado financeiro no tablet ou no seu smartphone


A Livetouch desenvolveu os apps da BM&FBOVESPA para iPad, iPhone e Androis. Os aplicativos oferecem informações sobre os mercados da Bolsa, com índices em tempo real, cotações de ações, commodities, mercados futuros, gráficos, notícias sobre a BM&FBOVESPA, entre outras funções.

Com os aplicativos da BM&FBOVESPA, o usuário terá acesso a:
• índices em tempo real
• cotações de ações
• lista personalizada de cotações
• gráficos interativos de índices, ações, commodities e mercados futuros
• notícias da Bolsa
• notícias das empresas listadas (comunicados e fatos relevantes)
• entre outras funcionalidades



O download gratuito dos aplicativos BM&FBOVESPA deve ser feito na loja virtual do Google, para o Android, por aqui . O aplicativo para iPhone deve ser baixado na App Store, por aqui.
Com estes lançamentos, a Bolsa complementa sua estratégia de acompanhar seu público em seus novos canais de comunicação e completa o portfólio de ferramentas para dispositivos móveis, que inclui o acesso via internet para celulares, aplicativos para smartphones e tablets.
O BM&FBOVESPA já ultrapassou mais de 105.000 downloads realizados.

Tablets nas escolas públicas do Brasil em 2012


O Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.

Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. “Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental.”

O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. “Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria.”

Haddad não soube precisar o volume de tablets que será comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das “centenas de milhares”. Ele destacou que a iniciativa está sendo executada em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

“O MEC, neste ano, já publica o edital de tablets, com produção local, totalmente desonerado de impostos, com aval do Ministério da Fazenda. A ordem de grandeza do MEC é de centenas de milhares. Em 2012, já haverá uma escala razoável na distribuição de tablets.”

Brasil, a bola da vez para o mercado de tablets



A chegada de uma fábrica (leia-se Apple) de R$ 20 bilhões para produzir tablets no Brasil deverá acelerar a tendência de queda nos preços desses produtos no País. Hoje esses aparelhos costuma custar mais de R$ 1,5 mil. A Motorola lançou ontem mesmo um novo equipamento por R$ 1,9 mil. Mas, em breve, o governo espera ver tablets vendidos a preços a partir de R$ 500 no varejo.

O preço desses produtos varia bastante, mas o governo espera que eles sejam reduzidos em média em 30% por conta das desonerações fiscais que foram levadas a audiência pública e devem ser publicadas oficialmente em cerca de um mês.São tantas as variações possíveis em um tablet – os mais vendidos no mundo são o iPad, da Apple, o Xoom, da Motorola, e o Galaxy Tab, da Samsung – quanto em um computador comum.

O governo quer criar uma indústria nacional desses equipamentos para fornecer para escolas e consumidores em geral no país e até para exportar. Depois de muito negociar com fabricantes nacionais, no mês passado o grupo educacional Estácio acabou decidindo por importar 6 mil desses produtos em vez de comprar daqui. Foi fechado um acordo com a Semp Toshiba para adquiri-los a preços abaixo de R$ 900, segundo a assessoria de imprensa da Estácio.

O modelo - de 10 polegadas, processador com 2 núcleos, acesso à rede Wi-Fi, modem 3G, plataforma Android, câmera, entrada USB e saída HDMI - é programado especialmente para a Estácio, que pretende levar o equipamento a todos os seus mais de 200 mil alunos e professores em um prazo de 5 anos.

Além da Foxconn, a brasileira Positivo também promete, para o segundo semestre deste ano, o lançamento de um tablets feito no país. O preço ainda é desconhecido. A Positivo já é fornecedora do governo em programas como o Um computador por aluno, pelo qual se comprometeu a entregar 600 mil notebooks a Estados e municípios com acesso a financiamento do BNDES. A empresa, que possui o capital aberto em bolsa está em período de silêncio e não confirma a data do lançamento.

De acordo com o IG, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, alega que há expectativa para que outras empresas, além da Foxconn e da Positivo, tenham interesse em produzir tablets no Brasil com esses incentivos. Entre elas, o ministro cita a Motorola e Samsung.

Porém, parte relevante da responsabilidade por oferecer incentivos fiscais e levar a um menor preço final dos produtos é dos Estados, que cobram o ICMS da produção e da venda de internet banda larga para os usuários do aparelho. Em São Paulo, entre outros estados, há também projetos para se oferecer isenções na produção, por isso a expectativa de que a Cidade Inteligente a ser instalada pela Foxconn fique nesse Estado.

Fonte: IG Tecnologia

Android 3.0 para tablets



O Google acaba de promover um evento na Califórnia (EUA), onde demostrou pela primeira vez a nova versão do sistema operacional Android, conhecida como 3.0 ou Honeycomb. Esta versão é a primeira desenvolvida especificamente para tablets. Hugo Barra, o brasileiro que é diretor de produtos para dispositivos móveis do Google, foi um dos anfitriões.
Para demonstrar a nova versão do Android, os executivos do Google utilizaram dois tablets Motorola Xoom, lançado na Consumer Electronics Show 2011. Segundo Barra, a área de trabalho do tablet é uma importante parte do desenvolvimento. "É um plataforma de desenvolvimento de aplicativos em si."
Ela ganhou um novo recurso de notificações, que agora aparecem no canto inferior direito do tablet. Notificações de conversas no Google Talk, por exemplo, aparecem com foto. Há também novos widgets, como o do player de música, que permite pausar e trocar de faixas.
O Gmail também ganhou uma nova versão, agora com dois painéis. Eles funcionam de maneira independente e permitem navegar pelos recurso do e-mail e, inclusive, abrir conversas por e-mail. Segundo os executivos, os painéis se adaptam de acordo com a orientação do tablet (retrato e paisagem). Outra novidade é uma barra de funções que agora aparece no topo do aplicativo e inclui botões como favoritos, lixeira, entre outros.
O Android 3.0 também ganhou uma nova tecnologia para renderizar gráficos que poderá ser utilizada pelos desenvolvedores de aplicativos. O Google já utiliza a nova tecnologia no YouTube integrado à nova versão do Android, que ganhou uma parede de vídeos. Outro recurso que utiliza o novo recurso é o Google Books, que permite armazenar e ler livros digitais.
O Google Maps e o aplicativo de música integrados ao Android ganharam recursos 3D. Outro aplicativo em 3D que o Google passa a disponibilizar pelo Android é o Google Body, aplicativo que permite explorar o corpo humano, lançado em dezembro.

Como parte do Android Honeycomb, o Google remodelou a função de câmera e filmadora. Agora, a interface mostra a imagem do lado esquerdo e ganhou diversos botões de configurações do lado direito, como zoom, rotacionar imagem, entre outros. O chat por vídeo do Google Talk também foi melhorado, pois o Android 3.0 estabiliza melhor a imagem, o que permite gastar menos banda durante a transmissão.



Fonte: iG

Adiado o lançamento do jornal The Daily



A News Corp e a Apple tomaram uma decisão conjunta de esperar mais algumas semanas para lançar o "The Daily", primeiro jornal para tablets. A publicação está pronta, segundo fontes do jornal The Wall Street Journal, mas a Apple ainda ajusta o novo recurso de assinatura de conteúdo da nova versão do iOS, a 4.3.
Segundo rumores, o lançamento da publicação estava marcado para a próxima semana em um evento no Museu de Arte Moderna de São Francisco, com a presença de Rupert Murdoch, CEO da News Corp., e de Steve Jobs, CEO da Apple. Segundo as fontes, o atraso no lançamento "será de semanas, não de meses". A assesoria de imprensa da News Corp. confirmou o atraso, mas não comentou o assunto.
Segundo o jornal, o "The Daily" deveria usar um recurso de assinaturas por push por meio da iTunes Store, de modo que a loja cobraria o preço da publicação por semana ou mês. Quando o usuário abrir o aplicativo do "The Daily" no iPad pela manhã, a publicação já estará atualizada.

Fonte: IG