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Apple TV

E com o lançamento do iTunes aqui no Brasil, chega junto também o Apple TV.
O Apple TV funciona conectada a televisores e vem com um controle remoto próprio. Por meio o aparelho é possível alugar filmes e seriados na iTunes Store.A "caixinha preta" também pode ser usada para exibir, no televisor, vídeos guardados em computadores domésticos. O aparelho usa um conector HDMI (vendido separadamente) para enviar áudio e vídeo para TV, e usa redes Wi-Fi (sem fio) ou Ethernet (com cabo) para acessar músicas e vídeos guardados em computadores.O Apple TV possui processador A4, encontrado na primeira versão do iPad e no iPhone 4, e exibe com qualidade HD (720p). Uma próxima versão da Apple TV estaria sendo preparada pela Apple. Ela teria processador A5 (do iPad 2 e do iPhone 4S) e permitiria ver o conteúdo em qualidade Full HD (1080p).O lançamento é realizado no mesmo dia da versão brasileira da iTunes Store, loja que vende filmes e músicas. Com a estreia do iTunes no Brasil, aparelhos Apple TV comprados nos Estados Unidos funcionarão normalmente por aqui.


O aparelho também permite ver vídeos do YouTube na TV. O Apple TV foi lançada em 2006 nos Estados Unidos e atualmente é vendida naquele país por US$ 99 (R$ 182).

Aqui no Bra$il, como sempre, o aparelho custa mais que o dobro dos Estados Unidos, ou seja, R$ 400,00.

Acesse este link para comprá-lo.

iTunes no Brasil (oficial)

Pois é, o iTunes chegou finalmente no Brasil. Ontem, bem no fim do dia a loja já apresentava imagens de artistas e filmes brasileiros em maior destaque, e todo o conteúdo 100% em português.
Além do repertório musical, os filmes brasileiros também estão em evidência no catálogo.
A princípio, todo o conteúdo está em dólar, mas ainda assim um cd "virtual completo" ainda sai mais barato do que o físico, comprado em lojas. O legal também é que não há a necessidade de baixar um cd inteiro, se você quiser somente uma música daquele determinado cd, é só baixar essa única música, simples assim.Tá, o cd pela iTunes pode ser mais barato, mas tem muita gente que curte não somente as músicas, mas também a arte gráfica do encarte, ou simplesmente ver a ficha técnica da gravação do disco, como é que fica? Há alguns cds nacionais que contam com um arquivo em pdf do encarte. Bom seria se todos os cds viessem nesse formato.
Toda semana a Apple disponibiliza uma música free. Para estreiar aqui no Brasil, a primeira música é da Maria Gadú. Depois faça um teste lá.

Bem, tem muita coisa disponível na iTunes brasileira. São mais de 20 milhões de músicas (nacionais e internacionais) só no lançamento, hein.
O rei Roberto Carlos está com sua discografia disponibilizada em destaque, assim como os Beatles, Rihanna e Marisa Monte.

Para começo de operação aqui no Brasil, a Apple está de parabéns e claro, teremos muito conteúdo ainda pela frente.

iPhone 4S aqui no Brasil

O iPhone 4S chegará ao Brasil em 16 de dezembro, sexta-feira, cerca de dois meses e meio depois do anúncio oficial do aparelho, o primeiro realizado por Tim Cook. A Apple confirmou a data de lançamento por aqui, mas não revelou se fará um esquema especial de lançamento, com lojas das revendas autorizadas abertas a partir da meia-noite, provavelmente sim, pois já é tradição.As principais operadoras de celulares já anunciam em seus respectivos sites a data de lançamento do iPhone 4S, mas não há preço definido ainda.

iTunes brasileiro em breve

Segundo o portal iG, a Apple finalmente deve disponibilizar o iTunes no Brasil já no início de 2012.
A Apple já está em fase final de negociações com gravadoras brasileiras para poder vender músicas na iTunes Store. Segundo Aloysio Reis, presidente da União Brasileira das Editoras de Música (Ubem) e diretor geral da Sony/ATV Music Publishing no Brasil, executivos da matriz da Apple afirmam que a chegada da iTunes no Brasil está prevista “para já”.
“Estamos conversando com o pessoal da matriz da Apple há cerca de um mês e esperamos concluir o acordo até o final de novembro”, diz Reis. A Ubem representa mais de 90% das gravadoras de música no Brasil. Segundo Reis, o acordo deve seguir o modelo adotado em outros países: a Apple pagará os direitos autorais de cada música baixada para cada gravadora local. No caso de músicas produzidas fora do Brasil, a gravadora local repassará o valor à gravadora responsável pelo artista.
Como a Apple oferece outros conteúdos na iTunes Store, como acesso a rádios virtuais e vídeos, a Apple também deve negociar com outras entidades no Brasil. No caso da transmissão de rádio via iTunes, a Apple terá que pagar os direitos sobre a reprodução por meio de streaming ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad).“A mensalidade para execução de música pela internet é equivalente a 10% da cobrada a uma rádio convencional”, explica Marcio Fernandes, gerente executivo de arrecadação do Ecad, que também recolhe os direitos autorais de serviços de assinatura de música via streaming.
Além de repassar os direitos autorais sobre os vídeos para as produtoras, a Apple também terá que entrar em acordo com o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (Dejus) do Ministério da Justiça para oferecer filmes e séries de TV no País. Ela precisará mostrar em sua loja virtual a classificação indicativa em vigor no Brasil – o que se recusou a fazer no caso dos games, que até hoje não chegaram a app Store brasileira.
A Apple planejava lançar o iTunes no mês de outubro por aqui. No entanto, os fabricantes dos cartões pré-pagos, que permitem comprar na iTunes Store sem cartão de crédito, avisaram a Apple que não conseguiriam entregar os pedidos a tempo. A escassez de fabricantes tem a ver com o material plástico dos cartões. Chamado Ingeo, este biopolímero é fornecido no Brasil apenas pela Cargill e há poucos fabricantes locais especializados em produzir estes cartões.

2000 iPhones 4 já produzidos no Brasil


De acordo com o portal iG, já existem 2000 iPhones 4 produzidos aqui no Brasil. O iG fez uma matéria bacana sobre o assunto.
Agora resta aguardarmos o pronunciamento oficial da presidenta Dilma.
Seguea matéria na íntegra:

Depois de vários adiamentos e uma infinidade de rumores, a Foxconn iniciou a produção no Brasil do iPhone, o telefone celular da Apple. No começo de outubro os funcionários da fábrica que a companhia chinesa está instalando em Jundiaí (SP) iniciaram a montagem total do aparelho em ritmo quase diário. Ainda se trata, no entanto, de uma produção inicial e os aparelhos fabricados em Jundiaí não têm data para chegar ao mercado. De acordo com os trabalhadores que estão atuando na linha de montagem, cerca de duas mil unidades do aparelho já haviam sido produzidas na fábrica de Jundiaí. O iPad, o tablet da Apple que a Foxconn prometeu também produzir Brasil, ainda não teve sua linha de produção instalada. Oficialmente, a Foxconn sequer confirma a existência de uma unidade dedicada à produção do iPhone no Brasil.

Nesse primeiro momento, todo o trabalho está concentrado no iPhone 4, o modelo que antecede o último lançamento da Apple, o iPhone 4S, anunciado pela empresa apenas um dia antes da morte do fundador da Apple, Steve Jobs. A produção inicial está servindo como teste para a operação em larga escala, que a Foxconn pretende iniciar nas próximas semanas, a fim de conseguir atender, ao menos em parte, o mercado brasileiro para o Natal. Por conta disso, a empresa quer inaugurar oficialmente a fábrica de Jundiaí até meados do próximo mês com a presença da presidente Dilma Rousseff. A data para o início “oficial” das operações na unidade está condicionada à agenda da presidente, que ainda não confirmou quando estará disponível para para participar da cerimonia.


Apesar de a Foxconn não confirmar sua existência publicamente, a unidade de Jundiaí já está em funcionamento há praticamente três meses. Nas últimas semanas a companhia agregou 400 novos trabalhadores aos 700 que já haviam sido contratados e desde o início do mês iniciou um segundo turno de atividades. Agora, a fábrica opera sem interrupções das 6 da manhã até às 11:45 da noite. Boa parte desses trabalhadores ainda está em processo de treinamento.
Mesmo trabalhando há pouco tempo na companhia, boa parte deles também já entendeu que a Foxconn preza, como poucas empresas, a discrição de seus funcionários. Obrigados a assinar um termo de confidencialidade, os empregados da fabricante oficial dos produtos da Apple vivem sob a ameaça constante de demissão caso desrespeitem as normas de sigilo impostas pela companhia. “Eles dizem que é pra gente não falar nada nem em casa, com pai, mãe ou marido”, conta uma funcionária que optou por quebrar a lei do silêncio imposta pela Foxconn. “A gente pergunta, brinca, mas ninguém diz o que eles estão fazendo ai dentro. É um mistério só”, diz Roberto Moura, motorista de um dos muitos ônibus que, três vezes ao dia, engarrafam a pequena rua Steve Jobs que liga a Rodovia Anhanguera à fábrica da Foxconn, levando e trazendo os empregados da empresa.
O mistério é tão grande que nem mesmo o Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí sabe ao certo como seus associados estão trabalhando. “Ainda não nos deixaram entrar nos galpões onde as linhas de montagem estão sendo instaladas, só nos permitiram entrar no pátio”, diz Luís Carlos Oliveira, vice-presidente do sindicato, que não acredita que a Foxconn já tenha iniciado a produção do iPhone. “Não ficamos sabendo de nenhuma carreta entrando com material lá, acho que não estão produzindo nada ainda não”, diz ele, confessando não estar completamente certo de sua afirmação. “Ninguém tem certeza de nada, aquilo é um segredo de estado”.
A única certeza é de que a Foxconn vai fazer o que for possível para manter no Brasil a cultura do segredo que tem marcado a sua história e, principalmente, a da Apple. A companhia de Steve Jobs adotou uma estratégia de nunca divulgar um detalhe sequer sobre suas operações ou lançamentos futuros. Alimentou, com isso, uma imensa indústria de boatos, rumores e análises que, em última instância, funcionou como uma poderosa ferramenta de marketing a seu favor. Hoje, por exemplo, existem publicações especializadas em divulgar rumores sobre qualquer coisa que envolva a Apple.


Além do contrato de confidencialidade e a absoluta ausência de informações oficiais - a empresa preferiu não comentar as informações publicadas nessa reportagem -, a Foxconn também muniu-se de aparato tecnológico para evitar vazamentos, sejam de informações, sejam de produtos. Em todas as linhas de montagem já instaladas a companhia montou sensíveis detectores de metais. Até na entrada dos banheiros de cada galpão foram colocados esses equipamentos. “O controle é rígido demais, nem ir ao banheiro sossegado a gente pode”, diz um outro funcionário.
Junto aos detectores, a companhia colocou uma série de fiscais, responsáveis por fazer revistas físicas nos funcionários sempre que o alarme disparava. “E ele disparava sempre, até mesmo com um isqueiro”, conta o mesmo funcionário. “A coisa estava exagerada e pedimos a eles para encontrar outra maneira de fazer o controle deles sem precisar ficar revistando todo mundo o tempo todo”, diz Luís, o vice-presidente do sindicato dos metalúrgicos. Nos últimos dias, o controle foi relaxado. Mas poucos duvidam que ele voltará à rigidez inicial quando a fábrica estiver operando em sua capacidade total.

Ypy, o tablet brasileiro



Vem aí o Ypy, o tablet da positivo desenvolvido aqui mesmo no Brasil e por brasileiros. A estimativa é que o preço seja pouco menos de R$ 1.000,00.

A positivo garante 50 aplicativos já instalados de fábrica e inúmeras opções para baixar outros tipos de apps.

A linha apresenta o Positivo Ypy 7 e o Positivo Ypy 10, em versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G. O principal diferencial de hardware do Positivo Ypy é sua tela capacitiva multitoque de alta resolução e formato 4:3, ideal para o consumo de conteúdos digitais, especialmente livros, revistas e jornais, além de páginas da web. O teclado virtual também é totalmente em português, com teclas “ponto br” e cedilha. O produto conta ainda com sensor de movimentos (acelerômetro), que pode ser usado em jogos, e saída HDMI para que seja ligado à TV de LCD, além de suporte para uso de sites com Adobe Flash.
Sua bateria é de longa duração, com autonomia de até nove horas em uso constante.



Bela iniciativa da Positivo.

Tablets nas escolas públicas do Brasil em 2012


O Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.

Haddad afirmou que o edital para a compra dos equipamentos será publicado ainda este ano. “Nós estamos investindo em conteúdos digitais educacionais. O MEC investiu, só no último período, R$ 70 milhões em produção de conteúdos digitais. Temos portais importantes, como o Portal do Professor e o Portal Domínio Público. São 13 mil objetos educacionais digitais disponíveis, cobrindo quase toda a grade do ensino médio e boa parte do ensino fundamental.”

O ministro disse que o MEC está em processo de transformação. “Precisamos, agora, dar um salto, com os tablets. Mas temos que fazer isso de maneira a fortalecer a indústria, os autores, as editoras, para que não venhamos a sofrer um problema de sustentabilidade, com a questão da pirataria.”

Haddad não soube precisar o volume de tablets que será comprado pelo MEC, mas disse que estaria na casa das “centenas de milhares”. Ele destacou que a iniciativa está sendo executada em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).

“O MEC, neste ano, já publica o edital de tablets, com produção local, totalmente desonerado de impostos, com aval do Ministério da Fazenda. A ordem de grandeza do MEC é de centenas de milhares. Em 2012, já haverá uma escala razoável na distribuição de tablets.”

Jundiaí mordendo a Maça




Um site local da cidade de Jundiaí e arredores, o Rede Bom Dia, publicou uma matéria sobre o rumor sobre a cidade ser a escolhida para a fabricação de produtos Apple aqui em terra tupiniquim.

Leia a publicação e saiba um pouco mais sobre como andam as coisas:

A multinacional de origem chinesa, Foxconn, começou a instalar a fábrica para montar produtos da Apple em uma nova unidade em Jundiaí.
E também está com cinco linhas prontas para início de operação na fábrica atual, às margens da rodovia dos Bandeirantes, no Engordadouro, onde já produz computadores da Sony e HP e placas-mãe da Dell.
A fábrica da Foxconn exclusiva para a Apple será no distrito industrial do FazGran, no bairro Fazenda Grande. E suas instalações começaram a ser montadas na segunda-feira passada.
Em março, a Apple mudou o endereço de sua filial em Santo André para três galpões em um condomínio industrial na rodovia Hermenegildo Tonolli, no FazGran. A informação, conforme mostrou o BOM DIA no dia 13 de abril, está registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo.
A Foxconn foi novamente questionada ontem sobre este endereço e, mais uma vez, por meio de assessoria de imprensa, disse não ter nenhuma informação sobre o assunto.
Na terça-feira, o BOM DIA voltou a questionar a Apple (também por meio de assessoria) sobre o endereço em Jundiaí, mas não teve resposta.
Segundo Luciano Almeida, presidente do Investe São Paulo (órgão ligado ao governo do Estado), em conversa com jornalistas na terça-feira, de início a Foxconn vai produzir iPads (tablets) e iPhones (celulares), que serão comercializados a partir de novembro. Mas quando a nova fábrica estiver em operação no próximo ano, toda a linha de produtos da Apple (computadores e laptops) será montada em Jundiaí.
De acordo com o Investe São Paulo, quando as linhas de montagens atingirem a capacidade máxima serão produzidos cerca de 6 milhões de unidades ao ano – a fábrica jundiaense vai abastecer o mercado norte-americano, entre outros.
Na sua edição do dia 18 de março passado, o BOM DIA publicou com exclusividade que a Foxconn havia encomendado um estudo junto a Prefeitura de Jundiaí para instalar uma montadora da Apple na cidade (os componentes serão fabricados na China e os aparelhos apenas montados no Brasil). E a notícia correu o mundo.
O interesse para a instalação de uma unidade da Apple no Brasil começou há cerca de um ano, quando a Foxcon (que já fabrica os produtos da marca norte-americana na China) expandiu sua unidade em Jundiaí, inclusive de olho no negócio.
Desde então, cinco linhas de produção estão prontas para a Apple. Mas com a indefinição sobre início e forma de operação, elas têm sido usadas em outros negócios da Foxconn.
A Foxconn tem negociado em várias frentes para a instalação de uma fábrica da Apple no Brasil e abriu guerra fiscal entre prefeituras – declarada entre as de Jundiaí, Indaiatuba (onde a empresa chinesa produz telefones celulares para a Sony) e Hortolândia, que chegou a oferecer serviços de terraplenagem para infraestrutura.
No mês passado, a presidente Dilma Rousseff anunciou, na China, um acordo comercial com a Foxconn na casa de
US$ 12 bilhões e a geração de até 100 mil empregos em vários negócios (o maior deles seria a fabricação de telas).
A informação provocou ainda mais cobiça de municípios brasileiros. Mas, segundo o presidente da Investe São Paulo, seis cidades estariam na briga direta pela fábrica da Apple, apenas um dos negócios da expansão bilionária da Foxconn no Brasil.
O investimento para a Apple em Jundiaí, segundo apurou o BOM DIA, gira na casa de R$ 200 milhões.
Nesta quarta-feira, o governador Geraldo Alckmin, sem citar o nome da cidade onde ficará a fábrica da Apple, afirmou que nos próximos dias vai fazer o anúncio oficial em conjunto com a Foxconn.
Com todas essas “curiosidades” sobre a cidade de Jundiaí e como está sendo divulgado ultimamente em todos os sites e blogs de tecnologia do país, a especulação sobre a cidade ser escolhida para a produção de produtos Apple, é muito alta. Com quase certeza de concretização dos rumores.

Abaixo, o prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad

Brasil, a bola da vez para o mercado de tablets



A chegada de uma fábrica (leia-se Apple) de R$ 20 bilhões para produzir tablets no Brasil deverá acelerar a tendência de queda nos preços desses produtos no País. Hoje esses aparelhos costuma custar mais de R$ 1,5 mil. A Motorola lançou ontem mesmo um novo equipamento por R$ 1,9 mil. Mas, em breve, o governo espera ver tablets vendidos a preços a partir de R$ 500 no varejo.

O preço desses produtos varia bastante, mas o governo espera que eles sejam reduzidos em média em 30% por conta das desonerações fiscais que foram levadas a audiência pública e devem ser publicadas oficialmente em cerca de um mês.São tantas as variações possíveis em um tablet – os mais vendidos no mundo são o iPad, da Apple, o Xoom, da Motorola, e o Galaxy Tab, da Samsung – quanto em um computador comum.

O governo quer criar uma indústria nacional desses equipamentos para fornecer para escolas e consumidores em geral no país e até para exportar. Depois de muito negociar com fabricantes nacionais, no mês passado o grupo educacional Estácio acabou decidindo por importar 6 mil desses produtos em vez de comprar daqui. Foi fechado um acordo com a Semp Toshiba para adquiri-los a preços abaixo de R$ 900, segundo a assessoria de imprensa da Estácio.

O modelo - de 10 polegadas, processador com 2 núcleos, acesso à rede Wi-Fi, modem 3G, plataforma Android, câmera, entrada USB e saída HDMI - é programado especialmente para a Estácio, que pretende levar o equipamento a todos os seus mais de 200 mil alunos e professores em um prazo de 5 anos.

Além da Foxconn, a brasileira Positivo também promete, para o segundo semestre deste ano, o lançamento de um tablets feito no país. O preço ainda é desconhecido. A Positivo já é fornecedora do governo em programas como o Um computador por aluno, pelo qual se comprometeu a entregar 600 mil notebooks a Estados e municípios com acesso a financiamento do BNDES. A empresa, que possui o capital aberto em bolsa está em período de silêncio e não confirma a data do lançamento.

De acordo com o IG, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, alega que há expectativa para que outras empresas, além da Foxconn e da Positivo, tenham interesse em produzir tablets no Brasil com esses incentivos. Entre elas, o ministro cita a Motorola e Samsung.

Porém, parte relevante da responsabilidade por oferecer incentivos fiscais e levar a um menor preço final dos produtos é dos Estados, que cobram o ICMS da produção e da venda de internet banda larga para os usuários do aparelho. Em São Paulo, entre outros estados, há também projetos para se oferecer isenções na produção, por isso a expectativa de que a Cidade Inteligente a ser instalada pela Foxconn fique nesse Estado.

Fonte: IG Tecnologia

Tablet Mineiro


A Polícia Militar de São Paulo começou a testar neste mês de março o primeiro tablet feito no Brasil, idealizado e produzido por uma fábrica em Betim, na Grande Belo Horizonte. Ao longo deste ano, a MXT Industrial encaminhará para São Paulo uma remessa total de 11 mil "iPads mineiros", chamados i-MXT. Neste mÊs, serão encaminhados mil.
O equipamento tem uma tela de 7 polegadas e terá uma configuração sob medida para atender os policiais, como aplicativos para consulta de placas de veículos e armas. O tablet nacional possui três portas usb, pesa 574 gramas e mede 19 cm X 12,8 cm, com espessura de 3,1 cm. É possível fazer videoconferências e utilizar o navegador integrado com rotas, por exemplo. O projeto de desenvolvimento teve início em 2009, custou R$ 4 milhões e durou aproximadamente um ano.
A diferença com o aparelho da Apple é a tela, menor, a espessura, maior: o iPad tem uma tela touchscreen de 9,7 polegadas e mede 24 cm de altura por 19 cm de largura. A espessura é de 1,3 cm e o peso é de 680 gramas (modelo sem 3G) e 730 gramas (modelo com 3G).

iPad mineiro é mais grosso e tem tela menor do que o da Apple
“O policial fará o registro de um problema na cidade e este endereço ficará registrado e poderá ser enviado, com a localização exata por sistema de GPS”, explica o diretor-executivo da MXT, Etiene Guerra. Ele explica que, ao contrário do i-Pad, o i-MXT é mais robusto para suportar vibrações e impactos, caso caia no chão.
O tenente-coronel da PM de São Paulo Alfredo Deak Júnior explica que surgiu a necessidade de todas as viaturas da corporação de contarem com um computador de bordo e destaca que o i-MXT é de fácil acesso e aprendizado, com tela sensível ao toque e uma sistema intuitivo. “Todas as viaturas estarão equipadas. As primeiras cidades a contar com este serviço são de áreas mais carentes de informação, mais perigosas”, afirmou, sem detalhar os locais por questões de segurança.
A unidade do i-MXT para a PM de São Paulo custará R$ 2.100 e a intenção da empresa é atuar no mercado de varejo a partir do segundo semestre. O preço do tablet nacional hoje varia de acordo com configurações e softwares instalados, de R$ 1.600 a R$ 2.100 - a mesma faixa de preço do iPad. A empresa também está desenvolvendo projeto para a área de segurança pública no México.

Fonte: IG

Apple vem ou não para o Brasil?


A vice-presidente de relações governamentais da Apple, Catherine Noveli, esteve em Brasília nessa quarta-feira e aproveitou para participar de uma reunião com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Apesar de a empresa de Steve Jobs não se pronunciar sobre o assunto, o mote do encontro foi a redução de impostos para tablets no país, bandeira defendida pelo ministro como forma de popularizar o produto.
No mês passado, Bernardo chegou a afirmar que negociará a inclusão de aparelhos como o iPad no programa do governo Computador para Todos. A ideia é dar aos tablets o mesmo tratamento que os desktops e os notebooks recebem, para baratear essa categoria de produto e estimular a fabricação nacional, bem como contribuir para a massificação dos acessos à internet. Atualmente, os tablets são classificados na mesma categoria dos telefones celulares, sem isenção de impostos.
Paulo Bernardo vai se encontrar nesta sexta-feira com representantes da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) para tratar da redução de impostos para tablets. Segundo ele, já houve conversas com outras empresas, entre elas a Positivo, que sinalizaram com a oferta de tablets por R$ 500,00 caso o incentivo seja adotado.

Fonte: em.com.br

Compras de iPad no Brasil... nem tanto assim



De acordo com dados compilados pela empresa de pesquisas IDC (International Data Corporation), já há hoje no Brasil cerca de 30 mil iPads em circulação. Só um detalhe: 90% deles foram adquiridos no mercado paralelo, trazidos do exterior.

Até o final do ano, a IDC estima que esse número subirá para 50 mil — coincidentemente, o mesmo número de iPads que o jornal Folha de São Paulo afirmou que a Apple trouxe para o Brasil. Todavia, se todos eles forem vendidos, e somando-os com os números da IDC, teríamos que fechar o ano com mais de 83 mil unidades em circulação.
Tanto quanto ocorre no exterior, a chegada de tablets como o iPad e o Samsung Galaxy Tab ao Brasil deverá impulsionar bastante esse segmento de mercado por aqui — mas, evidentemente, com uma escala muito menor que lá fora, onde os preços delas são bem mais acessíveis.

Fonte: Info Exame

00:00. O dia do iPad no Brasil

Aconteceu nesta madrugada o lançamento do iPad no Brasil. Acompanhamos a festa na loja Fnac do Morumbi Shopping.
Até pouco antes das 00:00 já havia quase 90 pessoas na fila. Alguns com família, namorada e colegas. O clima de descontração estava estampado nos rostos das pessoas.
Tinha também um grande número de jornalistas e fotógrafos, e claro, o Universo Touch não poderia ficar de fora dessa.


O primeiro da fila a esperar pelo cobiçado iPad foi João Teófilo Ribeiro, de 50 anos. João chegou na fila as 20h30m, pois esperava sua filha para um jantar no shopping. Na realidade a intenção foi presentar sua esposa, Magali Carrijo que é professora universitária.
Teófilo já possue um iPod e agora “subiu um degrau” adquirindo um iPad 3G/16GB.


Um pouco mais atrás estava Rodrigo Cáceres, 29 anos, ator e comediante. Cáceres afirma que o iPad vai tornar suas tarefas profissionais mais dinâmicas, pois sua vida é bem agitada e cheia de afazeres o tempo todo. “O iPad vai complementar meus trabalhos de forma eficiente”, relata.
Rodrigo Cáceres não adquiriu o iPad antes, pois esperava o lançamento aqui no Brasil para poder fazer o parcelamento.

Já Keli Yamada, 33 anos é advogada nos dias úteis, e nos finais de semana, trabalha com eventos musicais. “O iPad vai ser muito útil no meu trabalho como advogada e também nas minhas produções musicais nos finais de semana, pois é um aparelho bem versátil”, relata Keli, que já possui um iPod e um Macbook.
O estudante de administração de empresas, Flávio Dória chegou na fila por volta das 22h10, junto com seu irmão. Vai usar o iPad em suas aulas e também confessa que vai se exibir bastante para seus amigos.“Vou abandonar o caderno de papel e só usar o iPad agora”, brinca.

O pastor Fabrício Bortoleto, de 31 anos, veio de Piracicaba com a esposa e amigos somente para comprar seu iPad de 64GB/3G. Chegou na fila às 23h10m e depois de por as mãos em seu iPad já vai voltar para sua cidade. Ele também já é usuário Apple, pois já tem iPhone 3G e Macbook Pro.



O assistente técnico Robson Rodrigues, de 20 anos, adquiriu seu primeiro aparelho Apple nesta madrugada, sua namorada diz que ele é fissurado em tecnologia e que estava esperando o momento certo para comprar seu iPad. Escolheu uma bela data.
Meia noite em ponto e as portas da Fnac se abrem. Lá vem a fila indiana, liderada por João Teófilo. Flashes, aplausos e sorrisos. Foi a entrada triunfal dos primeiros compradores oficiais do iPad “brasileiro”.



Em poucos minutos os cartões de crédito eram tirados das carteiras e os iPads sendo entregues aos seus donos.
Como sempre, Teófilo foi o primeiro. Recebeu seu iPad, com direito a placa “O iPad número 1 do Brasil”. É mole?


Enquanto isso, um coquetel era servido para todos os presentes. Uma DJ comandava a festa com muita música, raio laser, fumaça e champanhe.


O evento também contou com celebridades como, Otávio Mesquita, Astrid, Marcos Mion, Renata Fan, Felipe Andreoli e Marco Luque (CQC), Capital Inicial, Luciana Gimenez com seu barrigão. Todos eles, no decorrer da festa exibiam e manuseavam o iPad.


Toda essa festa para o lançamento do iPad no Brasil só reforça a idéia de que os produtos Apple tem cada vez mais seguidores, que buscam qualidade, entretenimento e estilo.



Fotos: Sandro Pimenta

Acabou a novela!




Fim do mistério... o lançamento do iPad aqui no Brasil será nesta sexta feira, 03 de dezembro.
Para começar as vendas com grande estilo, algumas revendas, Apple shops e Apple Premium Resellers realizarão eventos especiais e abrirão as portas à 00:00 de sexta feira. Algumas promoverão festas e coquetéis.

Os preços sugeridos para venda vão de R$ 1.649 para 16GB, R$ 1.899 para 32GB, R$ 2.199 para 64GB para os modelos Wi-Fi; e R$ 2.049 para 16GB, R$ 2.299 para 32GB e R$ 2.599 para 64GB para os modelos Wi-Fi + 3G. A Apple Online Store oferece o iPad em até 12 vezes sem juros no cartão de crédito.

Estas são as lojas que abrirão as 00:00

• Fnac Morumbi Shopping – São Paulo
• iTown BarraShopping – Rio de Janeiro
• Fast Shop Iguatemi – São Paulo
• a2YOU Iguatemi – São Paulo
• MyStore Villa-Lobos – São Paulo
• iPlace DiamondMall – Belo Horizonte
• iPlace – Porto Alegre
• iPlace – Florianópolis
• iTown – Salvador
• CTIS Épia – Brasília
• Saraiva Higienópolis – São Paulo

Claro, simultaneamente ocorrerá também a venda na Apple Store Online e em diversas lojas de e-commerce.
Veja aqui a lista completa de onde comprar seu iPad.

Aguarde cobertura desta festa de lançamento aqui no Universo Touch e pelo Twitter (@livetouchbr), na própria sexta feira.

iPhone 4 já à venda no Shopping Vila Olímpia, São Paulo, no Brasil


Com um furo do site MacWorld, fomos ao shopping Vila Olímpia, próximo à Livetouch e trazemos, em primeira mão, as fotos do primeiro iPhone 4 comercializado no Brasil, pela loja Claro. Pequeno e passando a sensação de leveza, o gadget à vista por 849 reais, no modelo 16GB.

Veja as fotos feitas pelo Universo Touch do aparelho:



Passamos pelo shopping e a Oi, a TIM e a Vivo não divulgaram o lançamento nas lojas, mas, em 24h, provavelmente o aparelho chegará em seus estoques. A precipitação da Claro hoje, sem chamar tanta atenção, provavelmente ocorreu para acirrar as vendas do smartphone. Agora é esperar por mais informações.





EDIT: Assim como a TIM e a Vivo, o combinado era que a Claro também começasse a venda do aparelho só à meia-noite de hoje. Prova disso é essa matéria que saiu na INFO.

EDIT 2: Esse preço oferecido pela Claro é para aparelhos bloqueados, tendo um plano de mensalidade. Os aparelhos desbloqueados tem mais do dobro do preço.

Galaxy S invade o mercado nacional


No começo de agosto, e sem fazer muito alarde, chegou ao Brasil o smarphone mais potente da Samsung, feito na plataforma Android 2.1. Galaxy S apresenta uma tela com touchscreen que se aproxima muito do iPhone, e ele também lembra o celular da Apple da distribuição dos apps até o design do aparelho. Veja só:


O teclado touch consegue formar palavras inteiras se você simplesmente arrastar os dedos formando o que se pretende escrever na tela. O nome desse recurso é Swype. Além disso, o celular também foi feito para ver filmes e vídeos na internet.

Esse aparelho veio mesmo para competir com a Apple. O preço da brincadeira é 2400 reais. Veja abaixo uma demonstração do gadget em funcionamento:


Fonte: G1 e MeioBit

EDIT: Você quer conferir o Galaxy S ao vivo? Compareça ao Shopping Eldorado, perto da estação Hebraica-Rebouças de trem, em São Paulo. No piso térreo, você pode conferir o celular gratuitamente no estande da Samsung.